Após “blindagem” do Tribunal de Justiça de Mato Grosso aos empresários Luiz Gustavo Castilho, Osmar Gabriel Schemin e Priscila Parreira Duarte, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investiga possíveis irregularidades na secretaria estadual de Saúde (SES) na época da Pandemia, impetrou embargo de declaração ao desembargador, Marcos Machado.
Na petição, a CPI esclarece ao magistrado que os empresários e médicos que ganharam “salvo conduto” do judiciário, uma espécie de dispensa automática de depoimentos à CPI, figuram apenas como testemunhas, e não investigados, como supunha o magistrado. Com isso, Machado pode reconsiderar sua própria decisão, liberando os depoimentos, aguardados, principalmente, pelo presidente da CPI, deputado estadual, Wilson Santos (PSD).